28 de maio de 2008

Eu, de desenfreado sentir
Digo não por medo, sim
Ou atiro-me na cova dos leões
De palavra sem medida ou calada
Desespero-me agora pelo próximo instante
Ainda assim reclamo devagar
Fujo com meus pensamentos
Temo os afetos
Típica, cultuo o passado, sou sem lar
Filha de Câncer
Posta próxima aos ancestrais
Tesouros em um baú de memórias
E uma fome sem final.



Da Mayara Montenegro sobre Seres de Câncer. Ela definiu!

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dá pitaco