Aqui ta cinza, não falo no sentido figurado, a cor é real. E como todo cinza é frio, aqui tá gelado. Enquanto leio sobre Arquitetura grega, aparece uma forte vontade aqui dentro...baseada numa saudade, ela surge depois de uma certeza de que nunca mais faria algo, ela vem sempre depois de um abandono, abandonei essa página de linhas soltas que dizem mais sobre mim do que meus olhos escuros e que se por acaso uni-las, ( elas as linhas ) formaria meu passado, reviveria a dor dos meus calos mais doloridos e sentiria aquelas minhas vontades mais profundas. Conclui que o abandono é uma chave invisível, que você só pode usar para voltar, seja pra qual for a direção - Abandono é voltar pra si - e si nem sempre quer dizer só.
sim. ele existe!
ResponderExcluirjá tentou achá-lo aí
dentro de você mesma?
Oi moça, tudo bom?
ResponderExcluirOw, o que aconteceu com seu blog, toda vez que eu entro ele aparece um login?
Bejin
Deve nada,
ResponderExcluirO inexistente existe,
Mas não é fato nem lugar,
Não se pode vê-lo,
Menos ainda segui-lo.
Deixe essa coisa de existencia pra lá,
Respire e sorria,
Você existe.
Este comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirAh sim,
ResponderExcluirFilosoficamente esse pensamento da contradição, como o da existencia e inexistencia, com o pré-socrático Parmenides de Eleia na filosofia antiga, se resolve assim: O ser é e não pode não ser. Não se pode negar algo sem antes afirma-lo. Quando algo é negado, antes deve ser afirmado como algo a ser negado. Uma armadilha lógica utilizada mais tarde por Santo Agostinho.
Ex.: A afirmação: Algo não existe. A pergunta: O que não existe? A resposta: Algo! Conclusão: Passou a existir... ;)
"(...)Pois não poderás conhecer o que não é, nem declará-lo(...)"
xeru
=*