16 de fevereiro de 2008

Tradução às avessas

Então leia nos meus cabelos.
Tô cantando baixinho , quase sufocando a dor deitada olhando pro alto
querendo (e querer não é poder) beijar o céu azul e sentir o gosto
quero por que alguém, que um dia disse ser eu, me ensinou a querer , ou foi eu mesma.
Como passáro eu quis pousar também,
além de tanto voar não deu, então voei outra vez.
Não tem tradução eu já nem insisto mais , só sei que o fim pra mim um dia foi infinito e foi esquisito ou continua sendo
Não tem tradução e nem tente.
E acredite estou tentando tirar sementes do peito,
pra que então alguém semei por mim , senão eu mesma.

3 comentários:

  1. Thalyta!!! vc já se inscreveu no Prêmio Garibaldi Brasil de literatura??

    Nãooo???

    Então cooorrraa!! As inscrições estão chegando ao fim!!

    Entra lá no nosso blog e confira o edital!

    vc nao pode deixar de participar!!

    Boa sorte!

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  2. negocio pra vc tá meio "Dark"

    enfim...

    adorei o Template...

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  3. as pessoas que escrevem sobre sentimento tem esse dom de deixar toda emoção exacerbada...


    parece a morte...
    o fim do mundo...

    enquanto não passa de um stress momentaneo...


    =*

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dá pitaco