28 de janeiro de 2009

Me torra a paciência

  1. A pseudo-humanidade.
  2. A pré-potência de querer ser Deus.
  3. A certeza pura de que já se está salvo.[ se isso tudo mesmo fizer sentido]
  4. A personalidade emprestada,sendo ela pra melhorar ou piorar.Acho ilegítimo porque opinião formada se ganha com o empirismo e... é claro que referências fazem parte dele.Do que me fez mal ou não, dou um jeito de tirar proveito tudo serve como fermento mas não coloquemos a carroça na frente dos bois né?sem forçar a barra.
  5. A pseudo-bondade também, porque ela pode servir de artíficio para justificar atitudes ou pra esconder a justiça alheia. De boas almas o inferno está cheio [se é que ele existe mesmo]
  6. A mudança de vocabulário/escrita/pensamento, não falo de todos os casos pois sou à favor da adaptação, da mudança ideológica-política-social quando ela ocorre de forma natural,por simples identificação/destino/ criação.Dizem por aí que o ser humano é fruto do meio em que vive e eu acredito ferrenhamente nisso, então se você leva sua vida toda até seu presente( considere os últimos anos) pra ser o que é/foi, gostar do que gosta/gostou,pensar o que pensa/pensou, se comportar como se comporta/comportou então não é num piscar de olhos que as suas entranhas irão sofrer uma lavagem desintoxicante ou toxicante.Sei que isso tudo é muito subjetivo mas é isso, acho que rúcula me deixa mais amarga e eu adoro, rúcula.

Um comentário:

dá pitaco